
Entre Medusa e o espelho: quando o feminismo troca libertação por petrificação
Há uma figura da mitologia grega que ajuda a entender um fenômeno contemporâneo melhor do que muitos manifestos políticos: Medusa. Diferente de Atlas, que carrega o mundo, Medusa paralisa. Quem a encara, vira pedra. Não há diálogo, não há nuance, não há movimento, apenas imobilidade. Essa imagem não é apenas estética; ela é profundamente política […] Leia mais...
Há uma figura da mitologia grega que ajuda a entender um fenômeno contemporâneo melhor do que muitos manifestos políticos: Medusa. Diferente de Atlas, que carrega o mundo, Medusa paralisa. Quem a encara, vira pedra. Não há diálogo, não há nuance, Leia mais...
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